Eu indico!

Boa pedida para um final de tarde  (Eu indico!) escrito em segunda 18 maio 2009 01:47

Não é conversa fiada aquela história que diz que quando se é mãe este é seu posto principal. Pelo menos comigo, todo lugar que vou ou visito, minha primeira análise é se será um lugar bom para meu filho frequentar. Neste domingo (17/05), fui com dois primos dar uma volta no centro cultural Dragão do Mar. Fazia tempo que não passeava no período da tarde por lá. Fiquei surpresa com a programação infantil que encontrei por lá.

Na área verde, há inúmeras brincadeiras infantis, momento muito interativo entre pais e filhos que brincavam de corda, amarelinha, bolas de sabão etc. Os pimpolhos tiveram vez até nas exposições. Havia uma cujo o tema era 'brinquedo - arte em movimento'. Até quem era adulto se divertia! Esse foi meu caso, achei um barato conferir os móveis de madeira, casinhas como as que tinha na infância.

 Então aí vai minha indicação de hoje: Passeio no Dragão do Mar com a família. Valor: R$ 0,00. Satisfação: não tem preço! 

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Você tem que encontrar o que você ama - PARTE I  (Eu indico!) escrito em quinta 28 agosto 2008 12:18

Lidianny Santiago

 

O estórias está há um bom tempo desatualizado. Confesso que, nas férias, acabei deixando o blog em segundo plano. E, quando as atividades rotineiras começaram - trabalho, faculdade etc -, não encontrei tempo; Porém, sempre há tempo.

 

Volto com uma boa indicação de vídeo. Na verdade, ela me foi repassada por um amigo. Trata-se de um discurso feito por Steve Jobs, criador da Apple, em Stanford no ano de 2005.

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Você tem que encontrar o que você ama - PARTE II  (Eu indico!) escrito em quinta 28 agosto 2008 12:15

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Filosofando  (Eu indico!) escrito em terça 01 julho 2008 00:26

A palavra leva à desvalorização da coisa ou a coisa leva à desvalorização da palavra?

(Do filósofo alemão Arthur de Schopenhauer)

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ELETROCHOQUE  (Eu indico!) escrito em terça 01 julho 2008 00:25

Lidianny Santiago


Você acredita na eficácia desse método ou concorda com o seu uso no tratamento de pessoas que sofram de depressão intensa e continuada, desordem bipolar, e, em alguns casos, mal de Parkinson, Catatonia e esquizofrenia?

 

O hospital da Universidade Harvard e o Hospital das Clínicas em São Paulo sim, conforme aponta a edição de junho da PIAUÍ.  De acordo com a revista, mais de 100 mil pacientes se submetem ao tratamento a cada ano só nos Estados Unidos. No Brasil, o Hospital das Clínicas é um dos poucos que nunca deixaram de usá-lo, sendo que, no final da década de 90, o número de pacientes não chegava a dez por semana – hoje são oitenta, informa.

 

A matéria traça um comparativo entre o eletrochoque e o uso de antidepressivos. Este último vem sendo contestado depois da revelação de que seis antidepressivos (entre eles o Prozac e o Seroxat), pesquisados nos EUA, surtiram efeito em menos da metade dos indivíduos que os tomaram.

Enfatiza também a questão da omissão dos seus efeitos colaterais. “Só nas versões mais recentes do Prozac foram incluídas na bula advertências sobre a possibilidade de tremores incontroláveis, diminuição da capacidade sexual, idéias de suicídio e autodestruição”. (PIAUÍ)

 

Sobre o assunto, há também quem ache que os medicamentos são a forma mais adequada de tratar os transtornos da mente ao invés do eletrochoque.   “Como os medicamentos estão cada vez mais eficientes, a necessidade de se recorrer ao eletrochoque deveria ser cada vez menor. Em vez disso, cada vez mais pacientes são submetidos a essa terapia”, é o que diz à revista o psiquiatra paulista Jonas Melman, da Secretaria Municipal de Saúde, que considera a técnica invasiva.

 

Durante a leitura, você acompanhará ainda o caso do senhor Trancuilo Tezoto que submeteu-se a 35 aplicações de eletrochoque, o triplo das sessões recomendadas para ultrapassar uma crise depressiva. 

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